quarta-feira, 25 de março de 2009



Ao pensarmos em informação, associa-se esta imediatamente ao jornalismo, assim como, a todas as pessoas que fazem parte do contexto de instituições que vivem em busca de fatos relevantes à sociedade ou estão sempre atrás de um “furo de reportagem”, quando no lugar certo e na hora certa para transmitir com exclusividade o fato no momento em que este acontece.
Essa é praticamente a premissa que qualquer meio de comunicação de massa, mas aplica-se muito mais ao jornalista em si, que a empresa na qual ele presta seus serviços diários, isso porque, sabemos que a instantaneidade com que a informação surge, principalmente após o advento da internet, a partir de meados dos anos 90 e também com o avanço tecnológico em geral, esse conceito de transmissão da informação imediata efetivamente se estabeleceu.
Não podemos negar que pra se transmitirmos um fato hoje, basta que tenhamos em mãos um aparelho celular equipado com câmera filmadora e/ou fotográfica e que acesse a internet, um palm top, um MP inúmeros números, qualquer equipamento que possua bluetooth e até mesmo o nosso velho PC também com acesso à internet, para que possamos em fração de segundos divulgar um vídeo ou uma fotografia que tanto podem gerar uma grande crise institucional ou de imagem, como também, alertar-nos para uma possível tragédia.
Partindo desse pressuposto, como podemos pensar o jornalista do futuro? Um futuro que praticamente bate a nossa porta nesse instante e que, certamente, já é uma realidade.
Sabe-se que noticiar um fato não é simplesmente expor algo num blog ou rede de relacionamentos. A notícia em si, é, e continuará sendo alvo de apuração e investigação profundas antes de ser divulgada, ou pelo menos deveria continuar a ser, visto que deve ser apresentada de forma responsável e atribuída de critérios, pelo menos, teoricamente.
Todavia, não podemos deixar de perceber o quanto esses meios de exposição de conteúdo como os blogs, fotologs, e as redes como o Twiter e o Orkut, entre outros diversos, já estão estabelecidos sim como uma forma de colocar fatos no âmbito do conhecimento público.
Assim como na maioria das vezes essas redes mostram perfis individuais e comunidades onde seus membros possuem gosto parecido em relação a algo, eles também promovem discussões públicas acerca de notícias veiculadas na mídia convencional (jornal impresso, TV, revistas, entre outros), bem como, algumas vezes, servem sim, de “fonte” para esses mesmos meios, através de investigações de crimes e eventos ilegais praticados na rede ou fora dela, bem como também constituem uma forma de mensurar a efetiva opinião popular.
Vale salientar que por tudo que foi exposto não significa afirmar que a profissão do jornalista está em risco. Não, isso não. Mas poderá estar, caso esse profissional não aprenda a usar a seu favor tudo o que essas fontes de informação imediata podem lhe proporcionar.
O jornalista deve sim, participar ativamente das redes de relacionamento, deve expor seus pensamentos em blogs, seja através de comentários em textos de outras pessoas, sendo estas, jornalistas ou não, ou mesmo efetuando acompanhamento constante de comentários à sua própria produção textual, onde pode informar aquilo que às vezes, por questões de caráter político ou institucional, ele se vê obrigado a não expor no meio em que trabalha para não colocar seu emprego em risco.
Obviamente que, não quero levantar aqui uma bandeira a favor da irresponsabilidade e da falta de apuração do que é noticia, entretanto, é impossível negar que hoje, muito do que vemos noticiado nos principais jornais do país e do mundo surge de fontes que antes eram indiscutivelmente consideradas duvidosas, mas que estão fazendo a diferença em termos de informar e porque não dizer, mostrar a realidade sem máscaras, seja emitindo opinião a respeito de algo publicado informalmente, seja pela divulgação em massa de uma imagem chocante e que poderia ser apenas colocada em jornais sensacionalistas.
Devemos lembrar também que essa possibilidade de divulgação instantânea que a internet nos proporciona pode nos servir de informações preciosas relacionadas a ações criminosas, onde esses praticantes vez por outra costumam “avisar” o que farão e, nos quais, se prestássemos maior atenção nisso, poderíamos evitar, por exemplo, massacres em escolas e outros locais de grande movimentação de pessoas como sabemos que já aconteceram inúmeras vezes no mundo.
Nesse contexto, a palavra chave do jornalismo passa de apuração e agrega também a atenção, a tudo o que se lê, se expõe e se publica na internet, mas sem dúvida, antes de julgar como irresponsável essa divulgação, devemos levar em conta tudo o que elas podem nos alertar e colaborar em termos de informação.
Assim, o jornalista do futuro há de estar cada dia mais presente

sexta-feira, 20 de março de 2009

Apresentando-me

Sou alguém que, pelo simples fato de ser humana, possui qualidades e defeitos. Por vezes sou sentimental, organizada, tenho TPM (pré e pós) e também TM (durante). Sou legal, sou chata, sou curiosa, sou reservada, sou meio cega (não vivo sem óculos), às vezes vejo além do que gostaria (“Cuidado! Você também pode estar na mira!”), adoro a vida, a minha vida, a vida alheia, a vida em si...
Gosto de branco, gosto do verde, odeio estampas pesadas, visto jeans surrado e camiseta básica, não tenho medo nem nojo de sangue, adoro a dor de desencravar a unha do dedão do pé direito e o alívio depois do processo...Gosto de mim, de você e de quem quiser “ser gostado” por mim...Sou enérgica, rápida quando é algo do meu interesse e lerda pra um mundo de coisas... afinal, a vida é determinada pelas conveniências também, ou não?!
Sou passional e me mataria por mim. Sou magnética, dramática, egoísta, falsa quando necessário, organizada até chegar a porta do meu quarto (bagunça total), astuta, dou uma de “João sem braço” de vez em quando, sou poderosa, meticulosa, interessante, estressante, convincente, atenciosa, cuidadosa, displicente, indomável, autoconfiante, insegura, persistente, triunfante, realista, ousada, profunda, persuasiva, sedutora, responsável, intuitiva e emotiva.
Não tenho diplomacia, sou facilmente irritável, possessiva, ciumenta com meus amigos, ponderada e ponderadora, tolerante (até certo ponto), autoritária, melancólica, rígida, depressiva, exigente, fechada, preocupada, caótica, sufocante, manipuladora, materialista ao extremo, ofensiva, perturbadora, impulsiva e pavio curto. Aliás, que pavio eu tenho? Sou dona de mundo inesgotável de idéias e recursos e um abundante magnetismo que me tonifica a cada dia.
Tenho intensas simpatias e antipatias, tudo que faço viso meu benefício primeiro e é feito com muita determinação.
Às vezes sou fria, calculista e antipática, às vezes, sou boba, ingênua e simpática... Sou cheirosa, adoro eau de parfum e sei que isso é a minha marca. Por onde passo, todos percebem.Às vezes meu modo de ser é mal interpretado, outras vezes é por mim, mal intencionado. Não sou hipócrita. Ajo conforme a ocasião pede.
Tenho um grande interesse na observação das pessoas como indivíduos e, analiso suas ações procurando descobrir o que torna as pessoas tão diferentes umas das outras.Não, eu não quero ser psicóloga. Essa curiosidade é pessoal.
Deve ser por isso que tenho essa personalidade tão complexa. Às vezes, nem eu me entendo!
Minhas emoções são profundas e fortes. Elas fervem quando encontram uma via de escape.
Sou extremamente vingativa, mas antes disso, sou excessivamente paciente, pois “vingança é um prato que se come frio” assim como pizza de quatro queijos (amooo).Meu pior lado é ser insistente para que os outros se comportem da maneira que eu quero... Sempre me f...! Mas no final... consigo.
Pra mim, o sucesso é acordar e ter meu sustento diário.
Já sou vencedora... Tenho amor, paz e amigos...
Muito prazer sou Caroline.